domingo, 29 de novembro de 2015

Fisiologia da consciencia ,yoga

A neuro fisiologia da consciência

Introdução
  Impõe-se um  recuo  temporal para  revisitar o problema da de! nição de  “men-
te”. No ! nal do século XIX, Darwin enfatiza as semelhanças entre mentes humanas e
não-humanas, sugerindo que as diferenças resultariam do grau e não do tipo (Darwin,
1871). yoga

Por outras palavras, a perspectiva de Darwin não previa uma descontinuidade
das  funções complexas entre humanos e não-humanos, mas um grau de diferencia-
ção obtido pela combinação das capacidades cognitivas de alto nível, cada uma des-
tas superior àquelas dos animais não-humanos. Apesar da propensão da comunidade
cientí! ca para seguir esta tendência, até esta ideia basilar foi recentemente contestada
(Penn, Holyoak, & Povinelli, 2008). praticar yoga pilates

 Penn e colaboradores não questionam a partilha de
mecanismos cognitivos similares entre humanos e outros animais. No entanto, sugerem
que apenas os humanos possuem os processos representacionais necessários à rein-
terpretação sistemática das relações perceptivas primárias. Mais especi! camente, esta
reinterpretação seria efectuada em termos de estruturas relacionais de alto nível (i.e.
complexas) semelhantes àquelas de um sistema simbólico praticar yoga para emagrecer

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  Será que são estes processos relacionais simbólicos que de! nimos como cons-
ciência? Apesar de esta palavra ser muitas vezes utilizada para sustentar a nossa sin-
gularidade, a questão não é  tão  simples de  resolver.  Inúmeros  cientistas e  ! lósofos
têm tentado caracterizar consciência sem sucesso. A de! nição com maior aceitação é
generalista e, apesar de pecar pela ausência de precisão, é aprovada pela maioria das
escolas de pensamento. Assim, usemos a de! nição de um ! lósofo moderno que, preo-
cupado com a questão da relação mente/corpo, de! ne consciência como um fenómeno
diferenciado da atenção, do conhecimento e da consciência de si (Searle, 1992). Este
autor descreve consciência simplesmente como os estados subjectivos de ser cônscio. praticar yoga

Estes têm início quando se acorda de um sono sem sonhos e prolongam-se até que o
sujeito volte a dormir, ou ! que em coma, ou morra. Searle (1992) insiste em dois pontos.
O primeiro refere que a consciência é um fenómeno biológico. O segundo remete para
a subjectividade da consciência, visto esta ser privada e resultar da interacção do Eu
com o mundo. De acordo com Damásio (1999), a consciência do meio requer mais do
que o input sensorial. Requer também uma interacção entre o input sensorial e o estado

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